A portabilidade numérica te libertará.

Publicado em 5 de setembro de 2008.
Na(s) categoria(s) Generalidades | Comente este post

Esta semana começou a valer a portabilidade numérica no Brasil, e o DDD de Bauru está entre os primeiros. Estou liberto da TIM!

Na verdade não é bem assim, preciso aguardar até o começo de janeiro/2009 quando vence meu plano corporativo, e assim estarei aberto para o assédio de todas as 5 operadoras que atuam no Estado de São Paulo (inclusive a TIM, é claro. Vou dar essa oportunidade a ela).

Estou falando em 5 operadoras porque até lá espero que a Oi já tenha começado a operar comercialmente por aqui, visto que adiou seu início para outubro.

O interessante da portabilidade numérica é a independência que ela nos dará, apesar de ainda nos prendermos por contratos que podem ser interessantes no momento que somos assediados. Lembro que eu tinha Vivo e assediado pela Claro percebi uma oportunidade de reduzir custos e ter mais serviços. Algum tempo depois fui assediado pela TIM e uma oportunidade melhor se apresentou para mais uma redução de custo e ser presenteado com aparelhos “último tipo”.

E agora, o que vem pela frente?

De qualquer forma agora parece que saímos ganhando (ou deixamos de perder).

portabilidade numérica tem 3 modalidades (segundo a Wikipedia): 

1. Portabilidade de Prestadora de Serviço, que permite ao cliente mudar de operadora e manter o seu número telefônico, sem mudar de endereço;

2. Portabilidade de Localização, que permite ao cliente manter o s,eu número quando se muda para um novo endereço, sem mudar de prestadora;

3. Portabilidade de Serviço, que permite ao cliente manter o seu número ao mudar o seu plano de serviço, sem mudar de prestadora, ou seja, pode passar de um plano de Pré-Pago para Pós-Pago ou vice-versa.

Com certeza são opções que ajudarão e muito, principalmente no meu caso que dependo muito das minhas 2 linhas de celular para negócios.

Treinamento de ECM/GED em Campinas/SP

Publicado em 4 de setembro de 2008.
Na(s) categoria(s) Documento Eletrônico, Treinamento | Comente este post

Semana passada estive em Campinas/SP, ministrando um treinamento de ECM/GED para a ORIGINAL BRASIL, revenda autorizada da solução iDocs, para a DocSys Integration Company, empresa especialista em soluções de gerenciamento de documentos e processos corporativos, da qual sou gerente de marketing e negócios.

ECM é a sigla para Enterprise Content Management, ou traduzindo de forma prática: gerenciamento do conteúdo corporativo das empresas. Temos que entender conteúdo corporativo como todos os documentos digitais (arquivos eletrônicos de planilhas, editor de texto, apresentações ou ainda de documentos digitalizados), documentos físicos (em papel, cartão pvc, etc., que ainda podem ser digitalizados) e os processos internos, que geram informações no decorrer das etapas.

GED é a sigla para Gerenciamento Eletrônico de Documentos, um termo em português que significa praticamente a mesma coisa que ECM, mas talvez tenha sido utilizado nos últimos tempos de uma forma que simplifica sua abrangência, e dá um “entendimento” limitado do que uma solução desse porte pode fazer por uma empresa.

Tudo isso e mais um pouco, com uma dose de métodos e estratégias comerciais, focados em:

A equipe comercial e de marketing presente no treinamento era de 50 pessoas, e creio que tivemos resultados positivos. Em breve posto as fotos por aqui.

10 anos trabalhando com internet aplicada a negócios

Publicado em 3 de setembro de 2008.
Na(s) categoria(s) Comunicação Digital, e-Business | Comente este post

Este mês que passou, agosto de 2008, completei 10 anos trabalhando com internet aplicada a negócios.

Foi em agosto de 1998, quando a internet ainda engatinhava no Brasil, que comecei a efetivamente trabalhar com internet. Antes disso eu apenas utilizava e-mail e navegava em sites. Época da Web 1.0, um nome que não se falava naquela época, pois nem sabíamos que iríamos ter a Web 2.0 (e quem sabe Web 3.0, 4.0, 5.0, etc).

Iniciei trabalhando com o desenvolvimento de sites, eu mesmo com a mão na massa (podem acreditar!), e um dos sites era próprio, sonhando com um grande investidor que viria e colocaria milhões de dólares na empreitada. Sonhos de uma época pré-bolha.

Fundei minha primeira empresa de internet, uma produtora focada exclusivamente em sites, entrando num mercado novo e pouco explorado. A empresa se chamava Microzapp.com, e veio a conquistar uma grande base de clientes em várias cidades do Brasil, sendo inovadora e trazendo novidades para o mercado.

Uma das estratégias que utilizamos foi a orientação do mercado através de palestras semanais, sempre cheias de empresários curiosos por entender o que era essa tal de internet. Lembro que em pouco mais de 3 anos eu já tinha apresentado a internet em palestras para mais de 3.000 pessoas.

Hoje vivemos um momento diferente, de uma internet consolidada e não mais considerada apenas “moda”.

Uma frase que usei muito nas palestras e vale até hoje:

“A internet não é apenas uma rede de computadores. É uma rede de pessoas”.

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